quinta-feira, 13 de setembro de 2012

As joias de Troia



Vocês já ouviram falar de Troia, aquela rica cidade estado cuja ruína sentenciou-se pelo amor de Páris a Helena, esposa do rei espartano, Menelau.
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Párias, que era filho de Príamo, o rei de Troia, em viagem diplomática à Esparta, apaixonou-se por Helena e raptou-a (conversa: ela se fez ao Mar Egeu com ele por expressa vontade).
> O Cavalo de Troia
Menelau, enfurecido, zarpou de Esparta com mais de mil navios (acho que o Homero exagerou na contagem) determinado a reaver Helena. 
O exército, comando por Agamenon, só conseguiu entrar em Tróia através do artifício (a ideia foi de Ulisses) de construir um enorme cavalo de madeira e emprenha-lo com destemidos guerreiros.
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O cavalo foi abandonado na frente do portão principal de Troia. Após uma semana, os curiosos troianos empurraram o cavalo para dentro da cidade: os soldados espartanos saíram e abriram o portão.
> As joias de Troia
No início de setembro os EUA, devolveram à Turquia (a antiga Troia é, há muito, território turco: a Anatólia) 24 peças de ouro maciço procedentes do sítio arqueológico da antiga Troia, que foram parar no Museu da Pensilvânia, na Filadélfia, e agora descansam no Museu de Ankara, a capital da Turquia.
As joias, de incalculável valor material e histórico, foram roubadas por saqueadores que assaltavam as escavações arqueológicas que a Turquia autorizou no século XIX, em uma área delimitada pelo Mar Egeu e os Dardanelos, que seria o sítio onde se erigiu a “Troia de Homero”, no 3° milênio antes de Cristo.
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Lendas urbanas que rondam a Europa e os EUA (e já rederam filmes de aventura), afirmam que as 24 peças teriam chegado aos Cruzados e faziam parte das “Joias de Troia” um dos conjuntos do espetacular “Tesouro dos Cruzados”, que estaria lacrado em algum lugar dos EUA, e cuja maior peça seria a Arca da Aliança.
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