Por todas as ruas de Belém é possível ver pessoas com
o tal brinquedo que possui um barulho altamente irritante.
Tec tec tec tec…
Isso me lembrou de quando ele foi lançado. Era década
de 90, eu morava em Quatipuru, um município no nordeste paraense. Foi quando
minha mãe, que viajava todos os meses à Belém, chegou com a tal novidade para
mim e para minha irmã.
Fomos logo pra rua estreá-los. Mostramos para as
outras crianças, que, como nós, se sentiram maravilhadas e urravam de dor
quando as tais bolinhas batiam com força nos braços.
Logo todas as crianças e até alguns adultos se metiam
na frente de casa para brincar com o bate-bate.
Ele fazia um barulho tão forte que dava para ouvir a
muitos metros de distância, o que dava mais vontade de brincar com ele, mesmo
que minha mãe constantemente nos brigasse quando ela queria ver tv e não
permitíamos com nossa barulheira. Aos poucos, percebi que ela havia se
arrependido de ter nos dado o brinquedo.
Até que um belo dia, o tec-tec sumiu. Simplesmente
sumiu sem deixar nenhum vestígio. Procurei, procurei e nada. Ninguém sabia de
nada. Triste, procurei me entreter com outros brinquedos, até que um ou dois
anos depois, encontrei o bicho escondido num canto obscuro do guarda-roupa.
É… pelo visto, a mamãe não aguentou tanto barulho.
PS.: Eu ri muito quando li num blogue que o bate-bate
havia voltado dos infernos… hehehe
odeio esse brinquedo . tenho trauma !! se alguém brinca com ele a 150 metros de distância ele me irrita..
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